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"Os Dias do Amor" ![]() Os dias do Amor, um poema para cada dia do ano, a mais recente antologia poética de Inês Ramos.
365 poemas de amor escritos por 365 poetas de todos os tempos e de todos os lugares. Desde Shakespeare, Hölderlin, Edgar Allan Poe, entre outros, a poetas portugueses contemporâneos como Ramos Rosa, Vasco Graça-Moura, E. M. de Melo e Castro, Casimiro de Brito, Alice Vieira, entre muitos outros, unidos para celebrar o Amor. Recolha, selecção e organização: Inês Ramos Prefácio: Henrique Manuel Bento Fialho Editora: Ministério dos Livros Género: Poesia Idioma: Português Nº de páginas: 436 Formato: 16 x 23 À venda na Bertrand. Do prefácio: Porque por amor enlouquecem os amantes, por amor se suicidam e matam (...), por amor o sacrifício, a entrega mística e a obstinação carnal, ou a entrega da carne e a obstinação mística, por amor os duelos reparados pela conciliação, por amor os territórios transfronteiriços, a abolição das fronteiras, o fim das dicotomias, por amor a paixão, por amor a morte, tudo isso num poema. Henrique Manuel Bento Fialho Nota de abertura: Muito me gratificaria reunir num único volume os mais belos poemas de amor de todo o mundo. Essa será, talvez, tarefa impossível. Todavia, empenhei-me em vos apresentar os mais belos poemas de amor que consegui recolher no limite de tempo que me foi concedido. Recolha esta que resultou num conjunto de 365 poemas de 365 poetas diferentes, sendo Fernando Pessoa o único autor com mais do que um poema, uma vez que incluí um poema por cada heterónimo. No que toca à Poesia em Língua Portuguesa, esta antologia goza de satisfatória contemporaneidade, pois inclui um número significativo de autores vivos, o que só foi possível graças à generosidade dos poetas que gostaram do projecto e a ele aderiram. Recebi poemas de Norte a Sul de Portugal. E do Brasil. No que diz respeito a alguns autores falecidos nas últimas décadas, não me foi possível representá-los aqui, uma vez que as suas obras ainda não caíram em domínio público. Faltam, portanto, todos os que aqui não estão! Quanto aos autores peninsulares medievais e clássicos, como foi necessário consultar diferentes antologias, foram respeitadas as grafias de cada livro, já que me deparei com diferentes critérios por parte dos antologiadores. No respeitante aos autores contemporâneos, congratulo-me pela quantidade de poemas inéditos (74) que me chegaram dos poetas, alguns escritos propositadamente para esta antologia. Para além dos autores de renome, decidi, também, dar a conhecer alguns autores menos conhecidos e até outros que nunca publicaram, já que, por não ser fácil editar poesia, muitos continuam a escrever para a gaveta (ou para o blogue). Alguns desses poemas, na minha opinião, merecem ser lidos por todos vós. Não segui "correntes", nem estilos, nem tendências, apenas pretendi reunir poemas com a temática do amor, numa proposta o mais diversificada possível, desde a antiguidade até aos dias de hoje. Com a nota final do quão gratificante foi, para mim, realizar este trabalho, aqui vos deixo um poema de amor para cada dia do ano. Lisboa, Dezembro de 2008 Inês Ramos 10/12/2009 |
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