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II Ciclo de Conferência sobre Violência Doméstica

A Cruz Vermelha Portuguesa, através da delegação de São João da Madeira, está a promover o II Ciclo de Conferências sobre Violência Doméstica, a realizar-se no próximo dia 09 de Novembro, no Anfiteatro do Museu da Chapelaria, em São João da Madeira.

O evento, cujo programa está disponível aqui, vai contar com a participação de representantes de diversas instituições, nomeadamente Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género (CIG), Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV), UMAR – União de Mulheres Alternativa e Resposta, entre outras.

As inscrições deverão ser feitas junto da delegação de São João da Madeira da Cruz Vermelha Portuguesa.

Esbofeteada pelo ex-namorado

Marisa Carla Abreu foi agredida à estalada, em plena rua, em Olhão, pelo ex-namorado que a tem perseguido por não aceitar o fim da relação.

“Deu-me duas estaladas e disse-me que me matava se não voltasse para ele”, contou ao Correio da Manhã a vítima, de 38 anos, que receia agora sair de casa e teme pela vida.

“Estamos separados e ele está sempre a telefonar-me e a tocar à campainha de casa”, diz Marisa, que garante ir agora apresentar queixa na Associação Portuguesa de Apoio à Vítima.

Mata mulher com pistola de GNR

Fátima Cristina Afonso, 28 anos, grávida de seis semanas, ainda implorou ao ex-namorado para não a matar. Mas Bruno Nocas, 30 anos, não hesitou em disparar a pistola que, meses antes, roubara ao pai da vítima, comandante do posto fiscal da GNR da Banática, na Trafaria (Almada). Acabou por matar Fátima com um tiro no coração.

O crime aconteceu na casa do casal, na Charneca de Caparica, a 21 de Novembro do ano passado – véspera da data da consulta que a vítima marcara para interromper a gravidez. O agressor não aceitava o fim da relação nem a decisão que ela tomara de abortar.

Na noite do crime, Bruno foi visto por dois vizinhos a descer as escadas do prédio onde Fátima já vivia sozinha. Depois, quando se entregou no posto da Charneca de Caparica avisou: “Falta um”, referindo-se ao pai da mulher.

Bruno começou agora a ser julgado no Tribunal de Almada, mas não quis falar ao colectivo de juízes.

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