A revista The Economist decidiu celebrar "a revolução silenciosa dos países ricos" e destacar o crescente papel das muitas mulheres americanas que, todos os dias, nos seus locais de trabalho, lutam pela igualdade, pelo respeito e pelo reconhecimento. Nos próximos meses, vão ultrapassar o limiar dos 50 por cento e tornar-se na maioria dos trabalhadores dos Estados Unidos.
Nos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), as mulheres já representam a maioria dos licenciados e, na maioria dos países ricos (incluindo os Estados Unidos), constituem a maioria dos trabalhadores profissionais.
Por estas e outras conquistas no feminino e, em particular, por as mulheres terem a coragem de concorrer a cargos de responsabilidade nas grandes empresas mundiais, a The Economist fez capa com a vitória das mulheres no mercado de trabalho.