As mães mais velhas são as mais dedicadas. Isto é verdade, pelo menos, no caso das orcas que, com idades mais próximas da menopausa, parecem ser as mais bem sucedidas: são melhores mães e a sobrevivência das suas crias (face às crias de orcas mais jovens) é superior em dez por cento.
A conclusão, apresentada pelo investigador norte-americano Eric Ward, resulta da análise de trinta anos de registos da base de dados do Centro de Investigação sobre Baleias do Departamento de Pescas do Canadá.
A diferença, segundo os investigadores, pode ser explicada pela maior experiência e dedicação que uma mãe orca mais velha pode ter em relação à que talvez possa ser a sua última cria.
Por outro lado, este trabalho permitiu saber também que, em geral, as orcas fêmeas podem viver até aos 90 anos (ao contrário das orcas machos, que não ultrapassam os 50 anos) e a sua idade reprodutiva estende-se dos 10 aos 40 anos de idade.






